domingo, 11 de agosto de 2013

Pausa para uma homenagem

Não sabia como começar a escrever... Não queria ser também comum e redundante como se costuma nessas datas comemorativas.

Acredito que esse venha a ser um aniversário onde seu coração e sua mente estão em um provável ápice de felicidade..

Tudo vem dando tão certo não é?! É a resposta de sua luta e fé.

Fico feliz em ver seu sucesso constante. Já te disse uma vez e te falo novamente, você é um exemplo que eu sigo em silêncio e calmamente, pois assim aprendi com você!!

Te desejo toda felicidade do mundo, não temos uma proximidade real, mas o carinho de sangue que nos une fala mais alto.

Você é um guerreiro e eu te admiro em muitos aspectos!

Parabéns e felicidades mil!

sábado, 10 de agosto de 2013

Recebido por The Celly DuBois Diaries

Regras do Meme

- Coloque o link do blog de quem você ganhou a Tag;
= Depois escreva 7 coisas sobre você e abaixo responda as 7 perguntas;
- Crie 7 perguntas e indique para mais blogs;
- O minimo de blogs ou pessoas a taguear são 3. Você não é obrigado a mandar para 7 pessoas,ok;
= Avise as pessoas tagueadas, inclusive por comentários em seus respectivos blogs;


7 Sobre mim


1. Conhecidíssimo como a noite de Paris;
2. Quanto maior melhor(rsrs);

3. Beleza não é fundamental (Tamanho é! ;] );
4. Conheço o fundo do poço e o paraíso também;
5. Gosto de marrom, cinza, azul, preto, verde e vermelho;
6. Apesar de gostar de vermelho, não uso lingerie dessa cor(acho u-oh);
7. Matei um mosquito enquanto escrevia isso aqui.

7 Respostas

1. Música preferida?
Wait for you - Elliot Yamin
2. Livro preferido?
A culpa é das estrelas - John Green (seu lindo <3 font="">
3. Filme preferido?
Que difícil essa... Aihhh, fiquei aflito, mas vamos lah.. "Um amor para recordar".
4. Inverno ou verão?
Inverno, inverno, invernoooooooo! Sempre.
5. Dia ou noite?
Noite. Na verdade, noite de inverno. Puro amor!
6. Facebook ou Twitter?
Livros! Rs
7. Medo de?
Baratas voadoras, gafanhotos, palhaços...

7 Perguntas

1. Tamanho ou qualidade?
2. Afogar no fundo ou no raso?
3. Desistir quando não se vê possibilidades ou morrer tentando?
4. Amar loucamente ou viver intensamente?
5. Já se imaginou com alguém do mesmo sexo?
6. O que não pode faltar na sua festa?
7.O que não pode faltar na sua casa?

Indico para:

Sem indicações.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O avesso dos ponteiros. Meu filho é gay! E agora?!


         Hoje em dia parece que discutir sobre a homossexualidade é algo que está em alta e que os meios de comunicação de massa querem aproveitar-se.
O que percebemos, porém, no dia-a-dia difere do mundo mágico criado pela televisão, principalmente quando o gay está dentro de minha casa! Aí aquela imagem engraçada e alegre (em inglês, gay) torna-se uma preocupação para os pais.
        A questão está justamente na imagem que se tem e nos conceitos criados sobre a homossexualidade. E os conceitos previamente fabricados sobre algo nada mais são do que chamamos de preconceito (pré-conceito).
        Os pais têm que quebrar a imagem de achar que um filho gay é um filho querendo ser mulher; de achar que têm um filho que quer usar roupas femininas; de achar que têm um pervertido dentro de casa ou tantas outras imagens errôneas.
        No Zorra Total, da Rede Globo, havia um quadro no qual o pai estava falando de quão macho era seu filho aos amigos e, de repente, este filho aparecia saltitando e gritando: Papi! Ao final, o pai virava-se para a câmera e perguntava: onde foi que errei? Aqui está uma das grandes provas de como se vê a figura de um homossexual, isto é, como aquele que é um erro, um desvio, um coitado que saiu anormal, alguém desprezível, uma pessoa com a qual deve-se tomar cuidado e manter certa distância etc.
        O carinho, respeito, confiança e orgulho são características intrínsecas aos pais. Será que os pais estão conseguindo transmitir todas estas qualidades de verdadeiros pais aos filhos gays? O amor característico aos pais é o amor incondicional. Será que os pais estão amando incondicionalmente os filhos gays ou estão pondo condições para amar?
Existe o caso absurdo de pais que levam os filhos em médicos quando descobrem a orientação do filho! Ou ainda aqueles que oferecem dinheiro ou o melhor carro do ano caso o filho mude de opinião e deixe de ser gay. Parece até piada, mas acontece aos montes.
         Reparem que disse orientação e não opção, pois existe uma grande e substancial diferença entre estes termos. Ninguém opta por nascer gay. Às vezes, ouvimos: nossa, o fulano depois de velho resolveu virar gay. Não é que alguém resolve “virar” gay! O que acontece é que a pessoa sempre foi gay, desde criança, mas sofreu as mais diversas pressões familiares e sociais, não tendo possibilidade de perceber sua real orientação homossexual, ou seja, na primeira oportunidade que lhe apareceu, descobriu.
         Pais verdadeiros não sufocam os filhos, pois querem que estes sejam felizes e que descubram o que é o amor. Quem disse que a minha forma de amar é a correta ou a melhor? Ou ainda a única forma e possibilidade de amor? Existe um livro, de um historiador, que se chama “O amor entre iguais”, o qual não tive a oportunidade de ler ainda, mas apenas apreciei a entrevista que o autor concedeu a Jô Soares, no qual ele relata a homossexualidade no decorrer da História. Muita gente não tem conhecimento de que na Grécia, por exemplo, a forma de um homem inteligente se apaixonar era apenas amando um outro homem; apaixonar-se por uma mulher era para os ignorantes, visto que a relação com mulheres era apenas para a procriação, ao passo que o amor era reservado a alguém do mesmo sexo.
         O judaísmo tem o sêmen como algo sagrado, simbolizando a vida. O cristianismo tem origens judaicas e, portanto, irá colocar a fertilidade e a procriação como algo sagrado. Porém, nota-se nitidamente apenas uma mudança de costumes ou paradigmas, apenas um contexto cultural diferente, sendo que a cultura dominante foi a ocidental cristã e por isso que a homossexualidade passou a ser vista, desde então, como anormal.
         A intenção deste artigo é apenas tentar clarear um pouquinho a mente e o pensamento de pais que muitas vezes sentem-se aflitos diante do que está evidente e claro a eles. E aqui formação acadêmica de nada vale! Tem gente que acha que uma psicóloga irá aceitar o filho, ao passo que uma pessoa que não teve possibilidade de estudos não. Grave erro de quem assim pensa. Pessoas que têm curso superior, pós-graduados, mestrados ou doutorados muitas vezes condenam e julgam, sentados em seu trono da auto-suficiência e arrogância, legitimados em títulos e diplomas. No entanto, nenhum diploma confere respeito, carinho e, acima de tudo, amor.
         Senhores pais, o que vocês ensinaram a seus filhos? A ter vergonha? A ter vergonha de ser o que se é? Então, meus parabéns, pois os senhores estão transformando o próprio filho num monstro, num poço de desânimo e tristeza profundas, em alguém amargo e cheio de conflitos. Em nome do que “os outros vão pensar ou falar” sufocaram o SER de alguém, vocês transformaram o fruto do amor naquilo que vocês querem que ele seja e naquele bonequinho que podem apresentar à sociedade... Um bonequinho sem vida própria que vive diariamente sufocando os próprios sentimentos, culpando-se e entristecendo-se por não ser “aquilo que os pais querem que ele seja”
         Muitos filhos que assim foram criados tornaram-se os bonequinhos dos pais e namoraram, casaram e constituíram família. Esta deturpação psicológica forçada pelos pais egocêntricos e preconceituosos moldaram negativamente a personalidade deste homem ou mulher e hoje são os inúmeros homens e mulheres casados e pais ou mães de famílias procurando garotos e mocinhas na Internet, nas salas de bate-papo ou nos banheiros públicos das cidades vizinhas. Mais uma vez, parabéns pais!!!
         Por fim, quero dizer que não se corrige o que não está errado, que não se torna normal o que não é anormal. Alguém que é gay é gay essencialmente e não ocasionalmente. Existem correntes de pensamento que dizem que um gay vai contra o seu ser. Filosoficamente isto está incorreto, visto que, desde sempre, seu ser, ou seja, sua essência foi sentir-se atraído por pessoas do mesmo sexo. E esta é uma das formas ou orientações da sexualidade. Quem pode dizer o que é normal? Quem estabeleceu os padrões? O que é uma relação sexual normal? Existe alguma relação sexual anormal? Quem poderá julgar? Afinal, entre quatro paredes as pessoas revelam muitas coisas e pessoas consideradas “puras e sem mácula” descortinam-se em momentos de sexo anônimo, por exemplo. E deixou de ser normal? Quem justifica a homossexualidade como algo que vai contra a essência precisa aprofundar-se um pouco mais em Filosofia. Sugiro começar por Sócrates, visto que descobriu a essência do homem (psyché).
         Não pretendo e nem quero convencer ninguém de nada. Este é apenas mais um artigo como todos os outros, no qual partilho e filosofo sobre assuntos divergentes. Quero aproveitar e dizer a meu pai e minha mãe que os amo muito e que sem vocês eu jamais seria o que sou hoje. Obrigado por estarem comigo e me amarem sempre.